Veja aqui a opinião de especialistas sobre a importância de uma melhor compreensão das questões relacionadas a saúde corporativa, promoção de saúde, saúde no trabalho e suas relações diretas com melhoria da qualidade de vida e da produtividade.

 


“Imagine que a sua empresa é um time de futebol. Se o time está com os jogadores em ótimas condições de saúde, animados e decididos, isso faz diferença? Se faz diferença em um jogo de futebol, também faz diferença na sua empresa. Saúde corporativa tem impacto direto nos resultados da companhia.”


Ricardo De Marchi,
Médico e profissional de
saúde corporativa da
CPH Health




Investimentos em saúde corporativa são a mola mestra para que haja comprometimento por parte dos colaboradores, que se sentem mais valorizados e estimulados. Essa ação favorece a retenção de talentos e ajuda consideravelmente na realização das metas do negócio”.


Michel Daud Filho
Diretor de Saúde da Vivo




“Ter trabalhadores saudáveis é estratégico para a competitividade das empresas brasileiras e para o desenvolvimento do Brasil. Temos o desafio de promover ações em sinergia, capacitar os gestores e sensibilizar as lideranças.”

Alberto Ogata
Presidente da Associação Brasileira de Qualidade de Vida
(ABQV)




“A Gestão de Saúde tem se profissionalizado muito e amadurecido no sentido de nos fazer entender que se usarmos as mesmas velhas ferramentas e estratégias isso nos levará aos mesmos velhos resultados e desfechos. Agir assim não ajuda na mudança do panorama da saúde, nem a percepção e o sentimento de frustração de muitos dos atores. Novas ideias e exemplos práticos serão fundamentais para esta virada e a CPH, através de seus eventos, discussões abertas e a experiência dos palestrantes internacionais e nacionais, exercerá papel de destaque neste cenário.”

Cláudio Tafla

Diretor da AMIL



“Entendemos que a questão da saúde no ambiente corporativo ainda não atingiu, no Brasil, a dimensão de importância que o tema já têm em outros países. Mesmo em corporações alinhadas com conceitos de governança corporativa, encontramos uma falta de estratégia de longo prazo, que deveriam ser definidos pelo board ou alta direção.


Ainda se delega a condução da estratégia à área de benefícios, quando esta deveria ser a gestora de uma política definida pelo board. Há muito que se progredir nesse campo, com ganhos incontestes aos que mais cedo adotarem as práticas de modernidade do setor.
Encontros como esses conduzidos pela CPH trazem uma contribuição inestimável à melhoria deste cenário”.


Luís Carlos S. Monteiro
Presidente da ePharma