N E W S

O SABER NA PROMOÇÃO DE SAÚDE E QUALIDADE DE VIDA

No início da década de 90, falar em promoção de saúde e qualidade de vida no Brasil era o mesmo que falar para uma parede. Termos como presenteismo, relação entre saúde e produtividade, estilo de vida, custos crescentes na assistência médica, estavam fora das agendas corporativas e distantes da maioria dos gestores. Saúde significava “doença tratada” e inexistia no mercado competência para o assunto promoção da saúde. Com o objetivo de aprender sobre o conceito fui atrás de quem dominava o assunto, os quais não estavam no Brasil. Nessa busca, literalmente “caiu em minhas mãos” uma comunicação sobre um evento de promoção de saúde em St Louis – Missouri e resolvi pagar para ver. Me inscrevi, c

TERAPIAS ALTERNATIVAS – Profissional flexível faz bem para a Saúde

Se vida ativa, suplementos, alimentos naturais, meditação, etc, são prescrições aceitas para prevenir ou atenuar doenças e aprimorar a saúde, porque a intolerância de uma parte de colegas médicos pela medicina alternativa? Na década de 80, quando na cirurgia infantil, estive como Foreign Fellow do Pediatric Surgery Departament no Great Ormond Street Hospital for Children (GOSH) em Londres, situado na Great Ormond Street, centro internacional de excelência em assistência a crianças, situado na mesma rua do Royal Hospital of Homeopathy, hoje denominado Royal Hospital for Integrated Medicine. Eu morava em Kensigton e diariamente pegava o “tube”na estação South Kensington, descia na estação Holb

SAÚDE: O FATOR DA PRODUTIVIDADE

Frente a situação atual de mudanças sociais e econômicas, uma maior atenção à saúde tanto assistencial quanto ocupacional se tornou necessária. Nenhuma empresa pode competir de forma efetiva sem uma força de trabalho saudável. Saúde e produtividade têm que andar de mãos dadas. Gestão da saúde e produtividade significa integrar o capital humano e recursos de todos os departamentos para alcançar uma redução ou eliminação de riscos de saúde e acidentes enquanto melhora a parte do desempenho pessoal relacionado à saúde. Existem muitas discussões sobre a gestão da saude e produtividade (GSP) em relação ao retorno do investimento, porém antes de tudo, o custo da má saúde deve ser entendido pela or

LIDERANDO ATRAVÉS DO BOM EXEMPLO

A confluência dos custos crescentes da assistencia medica e a piora do estado de saúde dos empregados ameaça a viabilidade corporativa e pode tornar o sistema de assistência médica inviável. Líderes corporativos tem se esforçado para encontrar soluções que contenham o crescimento desses custos e que envolvem muito mais que a cobertura de cuidados médicos, como os custos indiretos que são entre 2 a 3 vezes maiores do que os diretos, principalmente a perda da produtividade. A tática chave eleita por empresas líderes para valorizar os investimentos em saúde é ao invés de gastar dinheiro com tratamentos médicos para seus empregados e dependente, depois da doença acontecer, é manter seus empregad

SE HIPÓCRATES ESTIVESSE VIVO, COMO VERIA A PROMOÇÃO DE SAÚDE?

JURAMENTO DE HIPÓCRATES Antes de tudo, parabéns aos colegas nesse dia 18 de outubro. Essa data tem origem cristã e foi escolhida em homenagem à São Lucas. Dessa forma, ele é considerado patrono dos médicos desde o século XV. São Lucas nasceu nessa data no século I d.C. e também exerceu a medicina. A data é comum em vários países de base cristã, entre eles: Itália, Portugal, França, Espanha, Bélgica e Polônia, além do próprio Brasil. Os Estados Unidos comemoram o Dia do Médico (Doctors Day) em 30 de março, data em que a anestesia foi administrada pela primeira vez em um paciente em 1842, pelo Dr. Crawford W. Long, no estado da Geórgia. O dia 1° de julho foi escolhido para a comemoração do Dia

ÍNDICE DE CAPACIDADE FUNCIONAL – PORQUE NÃO UTILIZÁ-LO?

Produtividade tem uma variedade de conotações e definições no mundo corporativo. Cada uma delas apresenta diferentes perspectivas que podem ou não ter relevância com saúde. Existe uma conexão lógica entre saúde, capacidade funcional, desempenho e produtividade desempenho profissional. Qualquer pessoa que tenha tentado se concentrar no trabalho com uma forte dor de cabeça ou dores costais, que tenha coordenado uma reunião com depressão, sabe que a performance é prejudicada quando esses problemas estão presentes. Com isso fica claro que além dos custos diretos, existem substanciais custos indiretos devido à má saúde do empregado. Estudos da HERO mostram que os custos indiretos estão acima de 5

C. EVERETT KOOP AWARD E A PROMOÇÃO DA SAÚDE CORPORATIVA

Charles Everett Koop foi um cirurgião infantil norte-americano, que durante três décadas no Hospital Infantil de Filadélfia, pesquisou técnicas pioneiras de cura de bebês prematuros e defeituosos, tendo separado, inclusive, gêmeos siameses. Durante a administração de Ronald Reagan, ocupou a chefia do Departamento de Saúde dos Estados Unidos, equivalente a Ministro da Saúde no Brasil. Era seu nome que vinha impresso nos maços de cigarro norte-americanos na frase The Surgeon General´s Warning: Smoking Causes Lung Cancer. Neste período, lançou oito relatórios contra o fumo e mais uma vez surpreendeu os conservadores em sua política de combate à AIDS, posicionando-se a favor da educação sexual n

TO COVID OR NOT COVID, THIS IS THE QUESTION

O título se refere ao cenário que o mundo está vivenciando, pleno de incertezas, medos e principalmente, preocupações com a saúde. Relaxar ou se manter firme no isolamento é o ponto mais cotado na linha de pensamento atual. O longo tempo de isolamento social ao qual estamos sujeitos faz com que novas e diferentes rotinas e ajustes sejam estabelecidos no dia a dia. Os hábitos pessoais se modificaram, alguns para melhor e mais organizados e outros incorporados de forma negativa. Apesar de cada dia ser diferente, o estabelecimento de práticas regulares no dia a dia contribui muito para enfrentar o processo. Rotina não tem muito a ver com horários rígidos, mas sim com frequência e manutenção. É

O DIFERENCIAL NA NOVA ASSISTÊNCIA MÉDICA CORPORATIVA

A capacidade da empresa de dar respostas inovadoras e a qualidade dessas respostas é o que faz a diferença. As companhias nesse momento de pandemia têm mudado as perspectivas de uma abordagem de mero corte de custos, para uma abordagem mais humana, com criação de valores e orientada para o futuro. Inovar no modelo de gestão, investir mais em prevenção, educar no uso adequado da assistência médica, motivar o colaborador na responsabilidade pessoal em relação aos seus riscos de saúde, são ações que tem aparecido mais no cardápio da atenção à saúde. Inovar também é essencial para que os resultados econômicos possam ser otimizados. Um ponto a se considerar no processo de inovação é que as pessoa

MÉDICO DO TRABALHO, MÉDICO OCUPACIONAL OU ALGO MAIS?

Em 1983, como cirurgião infantil recentemente voltando ao Brasil e precisando aumentar meu “income”, decidi fazer o curso de especialização em medicina ocupacional na Unicamp onde tive como “guru” o professor René Mendes meu caro amigo até hoje... Naquela época trabalhar numa empresa como médico era um “bico” e uma jornada de quatro horas, duas vezes por semana era o suficiente para a função. Foi essa a origem e o motor de meu envolvimento com a promoção da saúde corporativa. Era assinante do Journal of Occupational Medicine e, em uma das edições me atraí por um artigo que discutia o papel do médico do trabalho. Ele mostrava a valiosa contribuição que o médico ocupacional poderia oferecer à

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