N E W S

Os custos da assistência médica, apesar de todos os esforços realizados, continuam altos e crescentes. O desconforto existe de ambas as partes, cliente e fornecedor. Cliente sente que paga muito pelo que recebe e o fornecedor sente que recebe pouco pelo que entrega.

O recurso corporativo para elevar a qualidade do plano oferecido a seus empregados é limitado e quando se fala em aumento, mesmo que mínimo, as negociações se tornam difíceis.

Mais de 90% da verba da área de saúde é usada para tratamento de doenças, e quase nada é direcionado para uma efetiva prevenção. Sabemos também que os custos indiretos (absenteismo, presenteismo e afastamentos) são 2 a 3 vezes maiores que os custos diretos (médicos e internações) e isso claramente mostra a necessidade de intervenções diferenciadas.

Tecnologia, experiência e conhecimento, linhas de cuidado criativas, são meios de desacelerar os custos, mas falta um elo nessa corrente – educação efetiva.

Mesmo que um profissional tenha o melhor treinamento...

O conceito da promoção de saúde pela sua própria natureza agrega em seu conteúdo muitas disciplinas. Além de atender comportamentos não saudáveis, que apresentam implicações nutricionais, fisiológicas, psicológicas e sociais atingem outros segmentos que tem como objetivo a melhora do ser humano. Esse é um argumento atraente para a área hospitalar sinalizando que hospitais são em tese potenciais líderes na oferta de ações em promoção de saúde e qualidade de vida.

Hospitais de alta qualidade, além de serem reconhecidos como competentes no tratamento de doenças, possuem o conhecimento necessário para as ações propostas em promoção de saúde. Felizmente estão se reinventando e mergulhando no business da prevenção. Muitas instituições de saúde têm exibido interesse na promoção da saúde, porém têm uma desvantagem, porque a maioria dos administradores e profissionais da área não tem familiaridade com a estrutura e a utilidade desses programas. Hospitais tem historicamente recrutado profissionai...

Vale reforçar a sugestão, pois devido ao impacto ocasionado pela quarentena sobre a vida ativa, encontrar locais para a prática de exercícios, como academias e parques, passou a ser um desafio para superar o sedentarismo e o indesejado ganho de peso.

Usar escadas quando possível é uma boa forma de fazer isso, pois contribui também para atenuar a inatividade e ao mesmo tempo dar um ‘up” na vitalidade, desempenho e saúde mental.        

Ralph S. Paffenbarger, Jr., epidemiologista pela Universidade Johns Hopkins e ultramaratonista, professor de duas famosas universidades (Stanford  School of Medicine e Harvard School of Public Health), reconhecido internacionalmente pelo seu clássico estudo sobre longevidade através de uma vida ativa, comprovou que indivíduos mais ativos tem menor risco de doenças cardíacas e vivem por mais tempo. Seus estudos mostraram que indivíduos com gasto calórico de 2000 calorias semanais reduziram significativamente o risco de mort...

O sono é componente importante do processo da saúde e complementa um estilo de vida saudável. É relacionado à saúde e bem-estar, com impacto em nosso humor, energia, emoções, trabalho e grau de felicidade. O momento de sono não é um tempo inativo. Atividades complexas ocorrem tanto no cérebro quanto no corpo. O sono não desliga os sistemas orgânicos. Na realidade alguns ficam mais ativos durante o sono que durante o tempo acordado.

A dificuldade para dormir atinge mais de 45% da população mundial.  Os distúrbios do sono aumentam o risco de câncer, depressão e problemas cardíacos. Eles também diminuem a produtividade. 

Estudos mostram que a privação do sono é um forte inibidor do desempenho no local de trabalho, principalmente pela deterioração do humor e da concentração. Falta de sono leva a prejuízos no empenho no trabalho, produtividade, progressão na carreira e satisfação, além de um aumento de acidentes de trabalho, absenteísmo e comportamentos contraproducentes n...

No atual momento corporativo, o ônus consequente à COVID 19 traz impactos profundos na produtividade, na saúde e na segurança assim como novos desafios para a proteção do capital humano. Uma maior atenção à saúde e ao bem-estar da força de trabalho está, mais do que nunca, na agenda das empresas e, abordagens inovadoras contribuirão para revigorar o desempenho e a capacidade funcional, com ressonância positiva na produtividade e na qualidade de vida dos empregados.  

Efeitos colaterais no ambiente corporativo:

  • Aumento na procura por ações em saúde mental/ visitas a psicólogos e psiquiatras

  • Amplo consumo de medicamentos antidepressivos e ansioliticos

  • Crescimento e consolidação do trabalho virtual

  • Introdução de estratégias em prevenção e promoção de saúde

  • Treinamento na gestão pessoal da saúde

  • Fortalecimento da cultura pró-saúde

Esse cenário se traduz em reforço da atenção à legislação, responsabilidade social, redução de custos, imagem corporativa,...

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A PONTE ENTRE A ASSISTÊNCIA MÉDICA E A EDUCAÇÃO PESSOAL EM SAÙDE

02/08/2020

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