O DIFERENCIAL NA NOVA ASSISTÊNCIA MÉDICA CORPORATIVA

A capacidade da empresa de dar respostas inovadoras e a qualidade dessas respostas é o que faz a diferença. As companhias nesse momento de pandemia têm mudado as perspectivas de uma abordagem de mero corte de custos, para uma abordagem mais humana, com criação de valores e orientada para o futuro.


Inovar no modelo de gestão, investir mais em prevenção, educar no uso adequado da assistência médica, motivar o colaborador na responsabilidade pessoal em relação aos seus riscos de saúde, são ações que tem aparecido mais no cardápio da atenção à saúde. Inovar também é essencial para que os resultados econômicos possam ser otimizados.


Um ponto a se considerar no processo de inovação é que as pessoas esperam muito da medicina e pouco de si mesmas. Sofre-se muito, desequilibra-se muito e perde-se muita qualidade de vida porque saúde e bem-estar parecem ser muito complicados para se pensar neles. A pior iatrogenia é benigna quando comparada aos estragos que fazemos a nós mesmos através de estilos de vida destrutivos. É melhor ser um cliente do que um paciente. O paciente tem uma relação de subserviência com o médico; ele atende as ordens do médico. O cliente também é responsável na transação. No novo normal, o médico é um facilitador do aprendizado, um aliado no processo de melhora; não é uma figura autoritária. O cliente considera o conselho do médico .


O time-out exigido pela Covid-19 tem um aspecto positivo – permite nos reconectarmos mais fortemente com o que realmente é importante na vida, sendo o equilíbrio entre vida pessoal e profissional uma das prioridades.


Os provedores têm mudado o modo como seus serviços são oferecidos. A eterna ênfase no controle de custos faz com que a responsabilidade para a redução da demanda pela utilização e o modo como os serviços são fornecidos estejam mais em pauta e assim manter a qualidade e satisfação pelos serviços. Conseqüentemente as áreas mais promissoras ligadas à demanda da assistência médica são o treinamento na gestão pessoal de saude, a presença no ambiente digital, os programas individualizados e a inclusão dos aspectos psicossociais (apoio, confiança, percepção da necessidade).


Na teoria (e cada vez mais na prática) os empregados saudáveis são mais produtivos, ficam menos doentes, faltam menos, sofrem menos acidentes. Em resumo: consomem menos benefícios e o significado disso é que custam menos. Indivíduos com má gestão do estilo de vida, têm 86% mais de probabilidade de faltar ao trabalho, 48% maior possibilidade de acidentes, e 100% mais probabilidade de limitar a quantidade de trabalho que realizam (AJHP). 70% de todas as doenças são consequentes ao estilo de vida, 50% dos custos de AM são atribuídos a doenças que poderiam ser prevenidas (HERO). Então nada mais lógico que reduzindo-se a morbidade, os custos para tratá-la também se reduzam.


O usuário final deve saber que o seu provedor está presente para ajudá-lo a entender o problema de saúde e que conhece suas necessidades e interesses. O desejo de ser mais saudável, o conhecimento das opções para isso, a conscientização, são ofertas da nova assistencia médica.


O problema nunca é como trazer idéias novas e inovadoras para a mente, e sim como tirar as velhas de lá.


Saber inovar exige expertise... Go ahead.

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