TO COVID OR NOT COVID, THIS IS THE QUESTION

O título se refere ao cenário que o mundo está vivenciando, pleno de incertezas, medos e principalmente, preocupações com a saúde.


Relaxar ou se manter firme no isolamento é o ponto mais cotado na linha de pensamento atual. O longo tempo de isolamento social ao qual estamos sujeitos faz com que novas e diferentes rotinas e ajustes sejam estabelecidos no dia a dia. Os hábitos pessoais se modificaram, alguns para melhor e mais organizados e outros incorporados de forma negativa.


Apesar de cada dia ser diferente, o estabelecimento de práticas regulares no dia a dia contribui muito para enfrentar o processo. Rotina não tem muito a ver com horários rígidos, mas sim com frequência e manutenção. É interessante quando a percepção sobre isso acontece. Essa autoconsciência é útil, facilita e dá consistência ao ritmo da vida.


Para mim nos primeiros dias, ainda pouco confortável, sem rotinas instituídas, confesso que a válvula de escape foi passar horas na Internet, no Skype e ao celular, na maioria das vezes falando sobre o mesmo assunto com familiares, amigos e colegas de trabalho. A conversa em 90% das vezes girava em torno da questão: “Como você está? Protegido? ”. Mais de 80% do tempo de vigília era sentado em frente ao computador e com isso a energia vital deixou de ser gerenciada. Felizmente isso durou pouco.


Por outro lado, a desorganização de horários, principalmente do sono e da alimentação, chamou muito a atenção no início da quarentena. Como o tempo disponível cresceu, foram possiveis ajustes para melhor e a gestão pessoal de saúde se intensificou. Do ponto de vista pessoal, esse cenário parece ser bem comum para a maioria das pessoas nesse momento.


Na perspectiva corporativa, novos e difíceis desafios estão sendo enfrentados, pois percebe-se que enquanto a pandemia por Covid-19 perdurar, a melhor prescrição para minimizar os efeitos negativos do dificil e muitas vezes inviável distanciamento social é priorizar a saúde. A má saúde tem um enorme peso na sociedade e na economia e o isolamento, lá no fundo, tem o potencial de tornar os individuos mais responsáveis pela própria saúde. Não deixa de ser um catalizador para a valorização da saúde, para o papel individual e para oportunidades na área


Confusões existem sobre o futuro curso e consequências dessa novela, mas uma coisa é certa: o sistema médico e alguns comportamentos que emergirão pós Covid-19 jamais serão os mesmos. A questão é: como o empregador pode tornar esse momento melhor?


De certo modo a crise da Covid-19 permitiu soluções mais óbvias para alguns problemas. O explosivo crescimento da telemedicina e do uso de aplicativos foram consequências positivas que inspiraram organizações a desenvolverem boas soluções nessas áreas.


Essa crise tornou empregados e empregadores mais conscientes da atenção à saúde. As informações básicas são encontradas na Web e parecem suficientes para direcionar corretamente as ações necessárias. Existindo vontade, a responsabilidade cresce e proporciona uma abordagem mais efetiva e séria, diminuindo os efeitos negativos para a empresa e tornando a força de trabalho mais confiante e motivada.


Portanto na perspectiva pessoal não é ainda hora de relaxar e se expor, mesmo enjoado de ficar “guardado”. Na perspectiva corporativa, a qual tem a responsabilidade de proteger seu capital humano a mesma postura deve ser seguida. Estamos encontrando meios de atingir um equilíbrio ainda que dinâmico entre as variáveis fisica, emocional, social e ocupacional e a atenção e manutenção dessa postura é a maior das contribuições nesse momento. Go ahead...

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